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O prazer de Eduardo França de conviver com o cavalo começou muito cedo, quando ele tinha apenas três anos de idade. "Nesta época, eu pedia frequentemente a meu pai para andar a cavalo. O engraçado desta história é que morávamos na cidade, então, o que fazia meu pai: toda semana passava pela nossa rua um carroceiro vendendo frutas e a condição para comprá-las era que ele desatrelasse o cavalo e me deixasse montar. Guardo até hoje uma foto montado nesse animal". O titular do Haras F1 revela ainda que, como não podia deixar de ser, gostava de todas as raças, do pangaré ao puro sangue. "Na juventude, os que chamavam minha atenção de forma mais profunda eram: o Árabe, pela beleza e toda mística das Arábias, o Puro Sangue inglês, pela força e velocidade, e também o Puro Sangue Lusitano, pela versatilidade e inteligência. No entanto, quando eu e minha família começamos a pensar em criar o interesse foi claro pelas raças brasileiras. Nasci e fui criado em Recife, onde o Mangalarga não é muito conhecido, porém quando vim morar em São Paulo em 1997 tive o primeiro contato com a raça. Foi amor à primeira montada. O Mangalarga foi o único cavalo que conseguiu reunir as qualidades que eu tanto procurava – temperamento, andamento e beleza. Na minha visão, é o cavalo perfeito para quem ama e conhece cavalos", conclui o criador.